Por Nathalia Garcia | Folhapress
Foto: Agência Brasil

De um lado, os bancos querem a limitação do número de parcelas sem juros para no máximo seis. De outro, empresas independentes de maquininhas refutam a necessidade de um redesenho da modalidade, alegando que o parcelamento não é causa dos altos juros.
A reunião faz parte das tratativas do setor em busca de uma solução dentro dos 90 dias dados pelo Congresso Nacional para resolver o impasse por meio de autorregulação. Se as entidades não chegarem a um acordo com aval do CMN (Conselho Monetário Nacional) nesse prazo, será aplicável o teto que limita a dívida ao dobro do montante original.
A Abipag (Associação Brasileira de Instituições de Pagamentos) encaminhou ao BC uma apresentação que sintetiza dois estudos elaborados por especialistas com o objetivo de desconstruir os argumentos usados pelos bancos de que há uma relação de causa e efeito do parcelado sem juros na inadimplência, e, consequentemente, nas altas taxas cobradas no rotativo. Leia mais AQUI
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