
O hiato em que mergulhou na discrição foi voluntário e se deu após a prisão do ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz, em junho do ano passado, em um imóvel de propriedade do advogado na cidade de Atibaia, no interior de São Paulo. Queiroz é investigado junto com o senador sob a acusação de participar de um esquema de "rachadinha" na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. De acordo com as investigações, o assessor seria o responsável por recolher parte dos salários de funcionários comissionados do gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro. Mais em https://www.conjur.com.br
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