Segmento do Comércio alavancou crescimento do índice; MEIs registram aumento e representam a maior parte das empresas criadas
CLIQUE AQUI e veja a série histórica do indicador na íntegra. Para o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, embora a confiança financeira dos empresários não tenha sido restaurada ao nível pré-pandemia e a alta geral tenha desacelerado em março, a criação do próprio negócio ainda oferta melhores oportunidades em meio ao cenário de saúde no país. “As pessoas seguem optando por investir na abertura de empresas para geração de renda, já que o desemprego continua em alta”.
O comparativo por natureza jurídica revelou que, embora representem apenas 12,8% das empresas criadas, as Sociedades Limitadas tiveram o maior crescimento do mês, marcando 67,3%. “O aumento desse tipo de empresa pode indicar que os empreendedores estão preferindo trabalhar em sociedade para garantir, principalmente, apoio financeiro em meio à crise econômica, já que o investimento inicial costuma ser decisivo para garantir a saúde e o sucesso do novo negócio”, explica Rabi. Os microempreendedores individuais (MEIs), que significam a maior fatia da abertura de negócios (80,2%), tiveram crescimento de 19,3%, enquanto as empresas individuais caíram. Veja no gráfico dados na íntegra.
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