GAZETA PRESS
Eder jogou no Flamengo em 2008
O meia que apenas seis anos antes tinha jogado um clássico contra o Vasco no Maracanã estava oito meses desempregado, tinha dois filhos pequenos e as dívidas estouravam no cartão de crédito.
"Tinha acabado de voltar dos Emirados Árabes e achei que seria o fim da minha carreira. Não conseguia ver aquela tradicional luz no fim do túnel, e estava perdendo todas as minhas esperanças de vencer no futebol. O medo de um fim precoce me assustava e as coisas apertaram de uma maneira absurda. Tinha que tentar alguma coisa para nos mantermos", disse, ao ESPN.com.br.
No desespero, Éder tentou tentou levantar algum dinheiro com a ajuda de amigos, que compravam tênis direto da fábrica e revendiam em suas cidades.
"No meu caso, por morar em Campinas, uma cidade grande, não deu certo. Utilizei meu cartão de crédito e pensava que com as vendas pagaria a dívida e ainda conseguiria alguma renda, mas nada disso aconteceu. Estourei o cartão e ainda botei meu cunhado numa "furada", já que para me ajudar ele usou o dele também. Eu saía para vender os tênis, divulgava em redes sociais, grupos de WhatsApp e simplesmente não havia procura alguma", relatou. LEIA TUDO AQUI
Nenhum comentário:
Postar um comentário