Neerja Bhanot (1963-1986), de Chandigarh, Índia, tinha apenas 22 anos quando sacrificou sua vida em prol de mais de 300 pessoas.
Em um dado momento, enquanto estava em Karachi, no Paquistão, atuando como comissária de bordo no voo PA-73, que decolou de Mumbai às cinco horas da manhã do dia 5 de setembro de 1986, ela e os passageiros foram surpreendidos por quatro terroristas. Embora tivessem tomado todos a bordo como reféns, Neerja ainda conseguiu alertar os pilotos, que abandonaram a nave pela escotilha de emergência.
Uma vez que a intenção dos terroristas era matar apenas cidadãos americanos, eles obrigaram os passageiros a entregarem seus passaportes. No entanto, Neerja agiu primeiro, escondendo todos os documentos dentro do lixo. Logo, os criminosos não sabiam mais quem matar. A polícia paquistanesa, provavelmente alertada pelos pilotos, aproveitou a distração dos terroristas e conseguiu evacuar o avião. Porém, três meninos aterrorizados com a situação permaneceram imóveis e escondidos atrás de um dos assentos.
A jovem comissária da Pan Am decidiu voltar para ajudá-los. Embora tenha conseguido, a ação acabou chamando a atenção dos criminosos, que abriram fogo contra o grupo. Somente Neerja morreu. Diz-se que, um desses três garotos resgatados, quando cresceu, se tornou piloto de avião.
Neerja, por outro lado, foi postumamente condecorada pela sua atitude heroica com uma Ordem deAshoka Chakra, o maior prêmio da Índia por bravura em tempos de paz, se tornando a mais jovem pessoa entre todas as outras a receber tal honraria. [ Ofigenno ] [ Fotos: Reprodução / Ofigenno ]
triste istória mas ao mesmo tempo maravilhosa.grande eroismo desta mulher.
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