O paciente vai ao consultório e engole uma pequena cápsula. Não só para tratar doenças, também para identificá-las. A solução foi apresentada por cientistas dos Estados Unidos na 252ª Reunião da Sociedade Americana de Química, no mês passado, e surge com potencial para aperfeiçoar as intervenções médicas. O dispositivo tem materiais biodegradáveis em sua composição — como a melanina, pigmento produzido pela pele — e pode ser digerido sem causar danos ao corpo humano.
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segunda-feira, 5 de setembro de 2016
Cientistas desenvolvem cápsula que poderá diagnosticar doenças
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