Em 1987, através de seu último grande time, o Alvirrubro derrubou o Bota e sagrou-se campeão da Taça Rio. Deu o troco vinte anos depois da derrota no estadual de 1967, quando o duelo tinha equilíbrio recorrente. Agora, como zebra e relaxado, esperar fechar com chave de ouro sua arrancada épica no returno, que o tirou da zona de rebaixamento. Nos últimos anos, o Bangu amargou o ostracismo e viu clubes como Americano, Cabofriense, Volta Redonda e Boavista, por exemplo, chegarem ao topo com investimentos certeiros.
Já em General Severiano, a expectativa também fica por conta de, finalmente, aportar na primeira final no estádio que arrendou, há cinco temporadas, por duas décadas e pode chamar de seu. Fla e Flu já foram campeões por lá - induzidos pelo fechamento do Maracanã para reforma - e o Vasco já esteve a um passo de colocar a mão numa taça duas vezes. Os jogadores, no entanto, admitem que gostariam de ter pela frente um adversário de peso, para ganhar mais moral num eventual final e dividirem a responsabilidade.
O árbitro sorteado pela Federação do Rio (Ferj) foi Eduardo Cordeiro Magalhães, que será auxiliado por Silbert Faria Sisquim e Luiz Glaudio Regazonne. Por André Casado e Gabriel Fricke Rio de Janeiro - http://globoesporte.globo.com/
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