Uma americana teve a experiência de dois "milagres" em um só dia. Ruby Graupera-Cassimiro, de 40 anos, “ressuscitou” após 45 minutos sem pulso, e sem ter nenhum dano cerebral. Ela deu à luz uma menina no dia 23 de setembro na cidade de Boca Raton, Flórida, mas sofreu uma parada cardíaca por uma rara embolia do líquido amniótico. De acordo com o CBS News, os médicos até chegaram a anunciar a morte da mulher depois de terem tentado ressuscitá-la com choques e massagens cardíacas por mais de três horas e, quase uma hora sem pulso. Mas quando se preparavam para avisar a família, um sinal de batimento foi captado pelos aparelhos e foi descoberto que Ruby havia ressuscitado. “Nós tentamos reanimá-la por horas, mas ela ressuscitou espontaneamente. Nós já iríamos anunciar sua hora de morte”, contou o porta voz do Hospital Regional Boca Raton, Thomas Chakurda, neste domingo (9). A mulher teria sofrido complicações durante a cesariana. O líquido amniótico entrou na corrente sanguínea ao causar uma espécie de vácuo no sistema circulatório e a quase-morte. Ainda segundo o hospital, a mulher passa bem. (BN)
A dona de casa Célia Rosa Souza denuncia que o filho Leonardo de 1 ano e 6 meses foi vacinado com a dose errada em um posto de saúde no Setor Céu Azul, em Rio Verde, cidade do sudoeste de Goiás. Ela afirma que levou o garoto para vacinar contra meningite e hepatite A, mas a criança foi imunizada contra o HPV, vacina indicada para meninas de 11 a 13 anos. Célia relata que após a vacinação, o filho teve dores nas pernas e dificuldades para andar. Já em casa ela recebeu a ligação de representantes do posto de saúde informando sobre o engano."Eu entrei em pânico. Essa vacina é para criança a partir de 11 anos e como ele só tem 1 ano e 6 meses fiquei nervosa e com medo. Fui imediatamente pro posto saber, no outro dia eu levantei cedo e levei no médico", conta. No cartão de vacinas, o nome da dose aplicada foi rasurado e o garoto foi encaminhado a um dos médicos da rede municipal de saúde. Ele passou por exames e agora a família aguarda os resultados para saber se a troca teve alguma implicação mais grave. A Secretaria Municipal de Saúde afirma que a criança não teve reação e por isso não corre riscos. Entretanto, o órgão se comprometeu a acompanhar Leonardo por um ano para garantir que a saúde dele não fique comprometida. (G1)






