Para o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), decisão reflete o sentimento de abandono de Jair Bolsonaro
Amanda Klein - SBT News
O líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante | Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

Sóstenes Cavalcante se ressente principalmente do projeto da anistia, que continua parado na Câmara, apesar da prisão do ex-presidente da República. “Ciro Nogueira (PP-PI) levou Hugo Motta (Republicanos-PB) para apertar a mão de Bolsonaro. Alcolumbre, idem. Todos concordaram em votar a anistia. Mas agora Jair Bolsonaro está preso e jogado às traças. O Ciro está viajando e não pressiona o Hugo. Se o centrão fala que apoia Bolsonaro, é um bom momento para separar o joio do trigo”, afirma.
Desde que visitou o pai essa semana e recebeu a incumbência de representar a família na cabeça de chapa em 2026, Flávio falou com pouquíssimas pessoas. Entre elas, um aliado próximo do agronegócio para angariar apoio. A candidatura do primogênito do clã teve um efeito imediato: unir a direita, ou pelo menos a direita, entendida como PL e família Bolsonaro. Aliados e a ex-primeira dama, Michelle, publicaram mensagens de apoio nas redes sociais.
No último fim de semana, a madrasta e os filhos do ex-presidente protagonizaram uma briga pública. A ex-primeira dama apoiou a candidatura do senador Eduardo Girão (NOVO-CE) ao governo do Ceará. Já os filhos revelaram que o pai havia prometido apoiar Ciro Gomes (PSDB-CE). Prevaleceu a opinião de Michelle. O custo foi um imenso desgaste e a demonstração pública de desunião.










































