Senador teria suposto envolvimento com uma organização criminosa que pratica grilagens em terras indígenas
Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Em 28 de junho, a Justiça Federal do Pará encaminhou ao STF uma investigação contra ele por suposto crime de advocacia administrativa em favor de grileiros. No entanto, o senador negou as irregularidades e afirmou que apoiou e jamais apoiará ‘suspeitos de invadir terras públicas e destruir vegetação nativa’.
O político comandará bancada evangélica no Senado até novembro deste ano. A presidência de Marinho à frente da bancada evangélica no Senado foi oficializada em 16 de julho.
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