por Cláudia Cardozo / Francis Juliano**Foto: Montagem / Bahia Notícias

O ex-prefeito questionava o fato de uma decisão desfavorável a ele ter sido tomada pela magistrada em um dia de domingo, sem que fosse "caso de plantão". Na medida, Britto revogou uma decisão anterior que tinha anulado a sessão da Câmara que rejeitou as contas do ex-prefeito relativas a 2011. Com isso, Ari seguia com a candidatura irregular (ver aqui). O ex-administrador também citou falas de um advogado assegurando a decisão contrária a Ari e objetivo de interferência no pleito de Nova Soure. As alegaçõs foram repudiadas também por Telma Britto.
Segundo a desembargadora, o ex-gestor usou métodos escusos e suspeitas sem credibilidade contra ela, em uma espécie de vale-tudo, “usando inverdades” para achincalhar a reputação da magistrada. Por conta disso, Telma Britto agora se declarou em “suspeição” de julgar o caso e determinou o encaminhamento para outro desembargador.
Ari ficou em segundo lugar na eleição para prefeito de Nova Soure. O prefeito Cassinho se reelegeu com 45,34% dos votos válidos contra 41,21% conseguido por Ari.
Nenhum comentário:
Postar um comentário