por Giulia Marquezini*Foto: Reprodução / Colégio Antônio Sá Pereira
Os produtores esperam uma modernização e que sejam feitos estudos para ajudar a cultivar um cacau sem pragas. "Com tudo que está acontecendo ainda conseguimos crescer a produção para 150 mil toneladas anuais, mas estamos em processo de recuperação. Falta incentivo do governo. Hoje a monilia mata mais que a vassoura de bruxa, precisamos de estudos para combater a praga", conclui. Em fevereiro de 2016, servidores já haviam alertado para a perda de tecnologia e pesquisa (leia aqui). Em nota oficial, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb) se diz surpreendida pela decisão da ministra. De acordo com o documento, uma decisão como esta deveria passar por uma análise criteriosa junto com a categoria: "A cacauicultura vive uma franca retomada de crescimento de produção, abastecendo não só o mercado interno, como iniciando o processo de exportação. A Faeb acredita que ainda é possível abrir um diálogo para uma melhor compreensão ou até mesmo uma avaliação de novos rumos que busquem encontrar o caminho certo para que a Ceplac cumpra seu papel junto aos produtores de cacau do país". Atuando há quase 60 anos, a Ceplac está presente em seis estados do Brasil e cerca de 60% das atividades da comissão na Bahia estão voltadas ao cacau e à cacauicultura. BN
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