“O problema é existir um partido que leva quase tudo no governo enquanto o restante da base fica com quase nada”. Com 43 anos de mandato parlamentar, Alves avisa que os peemedebistas e os integrantes do chamado blocão reagirão ao projeto de poder hegemônico dos petistas, que prevê, inclusive, a retomada do comando da Câmara. Aproveita ainda para provocar: “O PMDB é fisiológico com cinco ministérios? E o partido que tem dezessete ministérios é o quê? Se tem fisiologismo, não é no PMDB”.
“Queremos participar da discussão dos projetos, das questões administrativas e das agendas políticas nos estados. Hoje, não participamos. Há muitas coisas que são feitas para o PT sem o conhecimento do PMDB. Esse é o motivo da insatisfação atual”, disse Henrique.
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