A decisão, de acordo com ele, foi tomada na viagem que fez a Roma, junto com a presidente Dilma Rousseff, em março, para a missa inaugural do Papa Francisco. Depois disso, chegou a se reunir com Dilma, com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do PT, Rui Falcão, em São Paulo. Os três, segundo ele, lhe disseram que, se ele quisesse, seria um candidato de consenso do partido. Mas ele já tinha tomado a decisão de continuar como ministro. Agência Estado
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