O caso vem sendo analisado há dois anos e um mês. O negócio já passou pelo Ministério da Fazenda e pela procuradoria do Cade, que o aprovaram com sérias restrições. O voto de Ragazzo é de longe o mais rígido. Ele não só rechaçou a venda apenas de marcas de ‘combate’ (as mais populares), como também disse que é insuficiente se desfazer da Sadia – o pior cenário com que a BRF trabalhava até agora. Leia mais em http://www.jt.com.br/seu-bolso/
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quinta-feira, 9 de junho de 2011
BRASIL:Relator rejeita fusão Sadia/Perdigão
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