Os técnicos demitidos no Brasileirão 2026

O Fluminense demitiu o técnico Luis Zubeldía nesta quarta-feira (18), após o jogo de ida das oitavas de final da Libertadores. O argentino se tornou o 14º treinador da Série A do Brasileirão a perder o emprego em 2026, após 22 rodadas. Flashscore Notícias
Zubeldía se juntou a Renato Gaúcho e Fernando Diniz, do Vasco; Fábio Matias e Gilmar Dal Pozzo, da Chapecoense; Roger Machado e Hernán Crespo, do São Paulo; Dorival Júnior, do Corinthians; Martín Anselmi, do Botafogo; Juan Pablo Vojvoda, do Santos; Tite, do Cruzeiro; ; Filipe Luís, do Flamengo; Juan Carlos Osorio, do Remo; e Jorge Sampaoli, do Atlético-MG.
Em 2025, 17 técnicos haviam deixado o cargo antes da 23ª rodada. A Série A terminou com 22 trocas de treinador no ano passado, uma a mais que 2024.
O recorde dos pontos corridos com 20 clubes é de 2015, quando houve 32 trocas de técnico. Já o ano mais estável foi 2012, com 20.
Confira abaixo todas as demissões de técnicos no Brasileirão 2026
1º - Jorge Sampaoli (Atlético-MG) - 3ª rodada
O primeiro técnico a perder o emprego no Brasileirão 2026 foi Jorge Sampaoli. O Atlético-MG demitiu o argentino após o empate em 3 a 3 com o Remo na Arena MRV, pela 3ª rodada.
O treinador deixou o Galo na 15ª posição e foi substituído por Eduardo Domínguez.
2º - Fernando Diniz (Vasco) - 3ª rodada
Fernando Diniz durou três rodadas no comando do Vasco. A derrota que causou a demissão, porém, foi pelo Campeonato Carioca: 1 a 0 para o Fluminense na ida da semifinal.
O Cruz-Maltino estava em 17º lugar no Brasileirão quando Diniz deixou o cargo. Renato Gaúcho assumiu o comando do Vasco.
3º - Juan Carlos Osorio (Remo) - 4ª rodada
Juan Carlos Osorio foi outra vítima de um clássico no estadual. O Remo demitiu o colombiano após a derrota por 2 a 1 para o Paysandu na ida da final do Paraense.
O técnico deixou o Azulino em 16º lugar na Série A antes da 5ª rodada. Léo Condé foi o escolhido para assumir o Remo.
4º - Filipe Luís (Flamengo) - 4ª rodada
Filipe Luís também foi demitido após um jogo do estadual. Mesmo com a goleada de 8 a 0 sobre o Madureira e a vaga na final do Carioca, o técnico não resistiu à perda dos títulos da Supercopa Rei e da Recopa Sul-Americana.
O ex-lateral deixou o Flamengo na 11ª posição da Série A antes da 5ª rodada. Leonardo Jardim, ex-Cruzeiro, chegou para ocupar a vaga.
5º - Hernán Crespo (São Paulo) - 4ª rodada
Na véspera da 5ª rodada, o São Paulo surpreendeu ao demitir Hernán Crespo, que deixou o time na vice-liderança do Brasileirão, invicto, com os mesmos 10 pontos do líder Palmeiras.
A diretoria tricolor tomou a decisão após a eliminação para o próprio Palmeiras na semifinal do Paulistão. O São Paulo logo anunciou Roger Machado como o substituto de Crespo.
6º - Tite (Cruzeiro) - 6ª rodada
O Cruzeiro decidiu desligar Tite após o empate em 3 a 3 com o Vasco, no Mineirão. O treinador não resistiu a um começo de Brasileirão sem vitórias depois de seis rodadas e deixou o time na vice-lanterna.
O português Artur Jorge chegou para a vaga de Tite no Cruzeiro.
7º - Juan Pablo Vojvoda (Santos) - 7ª rodada
O Santos demitiu Juan Pablo Vojvoda minutos depois da derrota em casa para o Internacional, por 2 a 1. O técnico não resistiu ao início ruim de temporada e deixou o Peixe na beira da zona de rebaixamento após a 7ª rodada, em 16º lugar.
O Santos anunciou Cuca como novo treinador horas após a demissão de Vojvoda.
8º - Martín Anselmi (Botafogo) - 8ª rodada







































