Por Hugo Araújo / BN
Foto: Reprodução/Instagram/@fifa/@jordan.fa

A inédita classificação marca o principal capítulo da história do país asiático localizado no Oriente Médio. Com cerca de 11 milhões de habitantes, a Jordânia faz fronteira com países como Arábia Saudita, Iraque, Síria, Israel e Palestina. A capital Amã concentra boa parte da estrutura esportiva do país, incluindo os principais clubes e a sede da federação nacional. A nação é uma monarquia constitucional sob o reinado de Abdulah II, tendo Jafar Hassan como primeiro-ministro.
Classificada em segundo lugar do Grupo B das Eliminatórias Asiáticas, atrás da Coreia do Sul, a Jordânia somou 16 pontos em 10 jogos, com quatro vitórias, quatro empates e duas derrotas. Além dos jordanianos e dos sul-coreanos, Irã, Arábia Saudita, Uzbequistão, Japão, Catar e Iraque também garantiram vaga pela Confederação Asiática.
Na Copa do Mundo, a Jordânia está no Grupo J e estreia contra a Áustria, no dia 17 de junho, às 1h, em Santa Clara, nos Estados Unidos. Depois, os Cavalheiros, como é conhecida a seleção jordaniana, enfrentam a Argélia, no dia 23, à meia-noite, e encerram a participação na fase de grupos diante da Argentina, em Dallas, às 23h do dia 27.
A grande arrancada da Jordânia rumo à Copa começou em 2023, durante a Copa da Ásia. Após um início de ciclo modesto, a seleção surpreendeu o continente ao terminar com o vice-campeonato, perdendo apenas para o Catar na final. Depois da saída do técnico marroquino Hussein Ammouta, a federação apostou em outro treinador do Marrocos, Jamal Sellami, que assumiu o comando da equipe e citou a campanha marroquina na Copa de 2022, quando o país chegou às semifinais, como inspiração para os jordanianos.
“Em grandes competições, muitas equipes podem surpreender. Meu país, o Marrocos, chegou às semifinais da última Copa do Mundo. Isso nos dá confiança”, afirmou o treinador em entrevista recente.




























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