A nossa sociologia precisa compreender o jogo: vem aí um golpe de esquerda! Tem todo jeito. Quem tem castanha pra vender, vai peitar o certame, porque acha que ainda é forte. Vem aí o controle externo da mídia, o aborto, as PECs contra a família e os bons costumes e todo o séquito de medidas típicas dos companheiros de viagens dos mencheviques de plantão.
Pensavam que o Kerensky era o Fernando Henrique, mas não. O Kerensky é o Lula, seu seguidor neoliberal. Preparou o castelo para o novo reino. Chávez até predizia. Com as Farc, o Foro de São Paulo, o que resta de Cuba e todos os malandros do tal socialismo de mercado – o circo está armado…
Já deram o grito de guerra em São Paulo e Santa Catarina com o PCC. Como sempre, a polícia militar dos Estados acha que tudo isso é sempre bandidagem facilitada por celulares distribuídos nas cadeias. E os juízes e desembargadores – coitados – acham que o mundo está salvo só porque ainda recebem o salário nos guichês dos bancos…
Qual nada! Acabou a segurança. E as Forças Armadas, com aquela velha destinação constitucional dos covardes, assiste a tudo dos quartéis, engraxando botas de oficiais e lustrando os jipes estacionados.
Não, meus caros! Vocês estão pensando que o Brasil é só baile funk de traficantes, duplas caipiras idiotas e pastores roubando em nome de Jesus? Não, tem muito mais!
Os pobres não se importam com política, só votam em ladrões e vivem cercados por bandidos, milicianos, agiotas, traficantes e espertalhões. Os ricos – tirando os mesmos que já mandaram os haveres para o exterior – estão morrendo de medo atrás dos muros vigiados de suas cadeias condominiais.