Por Juliana Arreguy | Folhapress
Foto: Elza Fiuza/Agência Brasil

Pré-candidata ao Senado pela Rede em São Paulo, ela observa que as regras da Justiça Eleitoral, que definem que ao menos 30% do fundo eleitoral dos partidos devem servir para as campanhas das minorias "não são concessões, nem favor partidário". Uma das siglas que tenta burlar a cota, como noticiado pela Folha, é o PT, com quem Marina fará palanque nestas eleições.
"É especialmente inaceitável que partidos de diferentes campos políticos se unam para flexibilizar justamente mecanismos criados para ampliar a participação de quem historicamente foi excluído da política", disse ela à reportagem.
Ex-ministra do Meio Ambiente e hoje deputada federal, Marina vai encarar a campanha ao Senado para fortalecer o palanque do presidente Lula (PT) em São Paulo, assim como fez há quatro anos.
Na chapa, tanto ela como Simone Tebet (PSB) disputarão as duas vagas ao Senado, enquanto Fernando Haddad (PT) será o candidato ao governo estadual e Márcio França (PSB), o candidato a vice. A composição, anunciada ao fim de junho, deu fim a especulações de que Marina poderia deixar a disputa ou sair como vice de Haddad. Leia tudo no bahianoticias
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