O São Paulo figura na modesta 14ª colocação, com 13 pontos
Estadão Conteúdo

Foto: Rubens Chiri / São Paulo FC
O Brasileirão, finalmente, retornou neste sábado. E o duelo que marcou a volta da competição foi entre Flamengo e São Paulo, no Maracanã. A partida válida pela 13ª rodada da competição opôs os rivais que estão em contextos bem diferentes na competição. As situações se mantiveram graças ao placar de 2 a 0, construído com uma pintura de Luiz Araújo e outro de Wallace Yan.
O resultado manteve o time carioca na liderança isolada, com 27 pontos, três acima do Cruzeiro, que entrará em campo no domingo. O São Paulo figura na modesta 14ª colocação, com 13 pontos.
O Mundial de Clubes teve significados diferentes para Flamengo e São Paulo. Para os cariocas, foi um belo teste, com direito a vitória imponente sobre o Chelsea – que, neste domingo, disputa a final com o Paris Saint-Germain. Para os paulistas, que ficaram no Brasil, foi tempo de recalcular a rota no Brasileirão com um novo comandante já bem conhecido da torcida: Hernán Crespo.
Jogando com um Maracanã lotado, foi o Flamengo quem ditou o ritmo desde o apito inicial. O São Paulo sequer conseguiu sair jogando do seu campo de defesa. O goleiro Rossi foi um espectador de luxo dentro de campo, assistindo seus companheiros manter a posse de bola com tranquilidade. A saída precoce de Alex Sandro, machucado, para a entrada de Ayrton Lucas, pouco mudou o roteiro para as duas equipes.
Com desfalques importantes de nomes como Luciano, Lucas e Calleri, restou a Oscar tentar assumir o protagonismo tricolor. Sem sucesso. O camisa 8 não conseguiu organizar a equipe e fazer a bola circular. Se não fosse por Rafael, a “tragédia” teria sido maior para o São Paulo.
A primeira etapa expôs a Crespo a fragilidade do elenco são-paulino, especialmente diante de um rival tão qualificado como o Flamengo. O time visitante ficou na defensiva a maior parte do tempo e em nada ameaçou a meta flamenguista, exceto por um lance em que Rossi se atrapalhou, mas André Silva não conseguiu aproveitar a oportunidade.




























