Nova perícia mostra sofrimento prolongado antes da morte
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Por: Metro1

Segundo a irmã da vítima, uma imagem enviada por drone confirmou a presença de Juliana. Imagens exibidas na coletiva mostraram o terreno acidentado onde a jovem ficou por horas, antes de sofrer uma segunda queda, considerada fatal. Exames de entomologia forense indicam que ela pode ter resistido por até 32 horas, com morte estimada ao meio-dia do dia 22.
O perito Nelson Massini afirmou que Juliana teve uma morte dolorosa, com múltiplos traumas e hemorragia interna. “Foi um processo de sofrimento, com dificuldade respiratória enorme. Os alvéolos pulmonares estavam cheios de sangue. Entra-se numa agonia respiratória e, em seguida, ocorre a morte”, explicou. O legista Reginaldo Pereira detalhou que a análise das larvas no corpo da jovem foi essencial para determinar o tempo de sobrevida.
A defensora pública federal Taísa Bittencourt Leal Queiroz destacou que a família poderá atuar em três frentes: criminal, cível e internacional. A Defensoria solicitou à Polícia Federal a reabertura de inquérito com base no princípio da extraterritorialidade, que depende de solicitação formal ao Ministério da Justiça. A família ainda avalia entrar com ação contra o governo da Indonésia ou levar o caso à Comissão de Direitos Humanos da ONU.
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