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quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Câmara aprova Pacheco para vaga de ministro do TCU

Indicação recebeu 404 votos favoráveis e 61 contrários; senador irá substituir Bruno Dantas
Caio Barcellos-sbt
Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ex-presidente do Senado | Divulgação/Waldemir Barreto/Agência Senado
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (2) a indicação do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para o cargo de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Em votação secreta, foram 404 votos favoráveis, 61 contrários e uma abstenção.

Com o aval dos deputados, o Congresso concluiu a análise da escolha de Pacheco para ocupar a cadeira deixada por Bruno Dantas, que renunciou ao tribunal nesta semana. O senador já havia recebido o apoio do Senado na terça-feira (1º), quando sua indicação foi aprovada por 63 votos a quatro

A escolha foi formalizada pelo Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 995/2026, apresentado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), juntamente com parlamentares de diferentes partidos. A proposta chegou à Câmara depois da aprovação no Senado e teve o deputado Aécio Neves (PSDB-MG) como relator.

A votação entre os deputados ocorreu por sistema eletrônico e em escrutínio secreto. Antes da análise, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), havia informado que os parlamentares poderiam registrar os votos nos postos das bancadas ou pelo aplicativo Infoleg.

Pacheco substituirá Bruno Dantas
Pacheco assumirá a vaga aberta pela saída antecipada de Bruno Dantas, que decidiu deixar o TCU para seguir carreira no setor privado. Dantas oficializou a renúncia na segunda-feira (31), e sua exoneração deve ser publicada em 9 de setembro.


Dantas deve viajar a Nova York no fim de setembro para discutir a proposta do escritório. A decisão sobre o próximo passo profissional deve ser tomada depois dessas conversas, razão pela qual a ida para a Avibras ainda não está definida.

O TCU é formado por nove ministros. Pela Constituição, seis vagas são preenchidas por escolha do Congresso Nacional e três por indicação do Planalto.

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