Apuração da Polícia Federal envolve aplicações que somaram R$ 97 milhões entre 2023 e 2024; agentes cumprem oito mandados de busca expedidos pelo STF
Anita Prado, Felipe Moraes / SBT
Fachada do Banco Master em Itaim Bibi (SP) | Divulgação/Rovena Rosa/Agência Brasil

A apuração da PF mira duas aplicações que somaram R$ 97 milhões entre 2023 e 2024 e "busca esclarecer as circunstâncias do processo de credenciamento, cotação, análise de risco, governança e tomada de decisão que antecederam os investimentos".
A Controladoria-Geral da União (CGU) deu apoio à Polícia Federal no cumprimento de ordens judiciais, expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A PF averigua a possível prática de gestão fraudulenta. Outros delitos relacionados podem surgir ao longo da investigação.
O Maceió Previdência se manifestou sobre a operação, afirmando que colabora com a PF e que "atos relacionados aos investimentos observaram os ritos legais e administrativos aplicáveis". Leia nota:
"O Maceió Previdência informa que vem colaborando, desde o início, com as investigações, prestando todos os esclarecimentos e fornecendo as informações solicitadas pelas autoridades competentes. O Instituto reforça que os atos relacionados aos investimentos observaram os ritos legais e administrativos aplicáveis e destaca que seu patrimônio cresceu de aproximadamente R$ 400 milhões, em 2021, para mais de R$ 1,6 bilhão atualmente, garantindo a capacidade de pagamento de aposentados e pensionistas."
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