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quarta-feira, 22 de julho de 2026

Itamaraty pede que brasileiros evitem viagens ao Oriente Médio

Luiz Claudio Ferreira - Repórter da Agência Brasil agenciabrasil.ebc.com.br
Palácio do Itamaraty na Esplanada dos Ministérios. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O Ministério das Relações Exteriores recomendou que brasileiros não viajem para Irã, Israel, sul do Líbano, Palestina (Faixa de Gaza) e Iêmen por causa do aumento das tensões e conflitos na região. A orientação também vale para viagens não essenciais a outros países, como Síria, Iraque, Líbano, Jordânia, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Arábia Saudita. Ainda não há restrições para fazer conexões áreas nesses países.

Diante do aumento das tensões por causa do conflito no Oriente Médio, o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) pediu, nesta terça-feira (21), que brasileiros não viajem para Irã, Israel, sul do Líbano, Palestina (Faixa de Gaza) e Iêmen.

Na mesma nota, divulgada em redes sociais, o Itamaraty também pede que sejam evitadas viagens não essenciais para a Palestina (na Cisjordânia), Síria, Iraque, Líbano, Jordânia, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Arábia Saudita. O governo acrescentou que não existem, até agora, restrições para fazer conexões áreas nesses países.

O Itamaraty recomenda que brasileiros não viajem para Irã, Israel, sul do Líbano, Faixa de Gaza e Iêmen.
Viagens não essenciais para outros países da região, como Síria, Iraque e Arábia Saudita, também devem ser evitadas.
Ainda não há restrições para fazer conexões áreas nos países citados.
Brasileiros que já estão na região devem seguir as orientações de segurança das autoridades locais.
O alerta foi feito em um dia de novos ataques, como o Irã contra uma central de dados da Amazon no Bahrein e ameaças dos EUA a um complexo nuclear iraniano.

Orientações para brasileiros no exterior
O Itamaraty alertou os brasileiros que estão nesses países a acompanharem as notícias nos sites e nas redes sociais das embaixadas brasileiras na região e que sigam rigorosamente as recomendações de segurança das autoridades locais.

Entre as recomendações, o governo brasileiro pede que as pessoas evitem multidões e protestos, que não filmem ou fotografem instalações, veículos ou pessoal militar, nem ataques ou outros eventos relacionados ao conflito, pois isso pode resultar em detenção, de acordo com a lei local. Mais no bra1

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