Valor da causa ultrapassa a marca de 29,6 milhões de reais
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

De acordo com os autos do processo, cujo valor da causa ultrapassa a marca de 29,6 milhões de reais, esses profissionais prestavam serviços por meio de empresas de entrega rápida que mantêm contratos de intermediação de negócios com o aplicativo de entregas.
A decisão acolheu os argumentos apresentados pela defesa do iFood, que contestou a natureza jurídica da relação de trabalho imposta pelas autuações.
No processo, a plataforma negou categoricamente a existência dos requisitos legais que configuram o vínculo empregatício diretamente com os entregadores, sustentando que sua atuação se limita à intermediação tecnológica de negócios entre os restaurantes, as empresas de logística parceiras e os trabalhadores autônomos.
Ao analisar o caso, o magistrado responsável considerou viável o pedido de suspensão dos efeitos das penalidades administrativas até que o mérito da discussão seja julgado de forma definitiva.
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