Entre críticas ideológicas e dados concretos, o desafio é transformar proteção social em autonomia econômica
João Kepler *
Bolsa família | Reprodução

Os dados mais recentes mostram que, no resultado agregado nacional, o programa já deixou de ser apenas assistencialista, na prática, mesmo que ainda seja visto assim por parte da sociedade. Informações do Cadastro Único e do Caged indicam que, apenas no primeiro semestre de 2025, 80 por cento das novas vagas formais foram ocupadas por pessoas registradas no CadÚnico, sendo 58 por cento beneficiárias do Bolsa Família. Esses números enfraquecem a tese de que o benefício desestimula o trabalho formal, mas não eliminam o desafio de tornar essa transição mais uniforme em todo o país.
Grande parte desse resultado está diretamente ligada à Regra de Proteção, um dos avanços mais relevantes do programa. Mais no sbtnews
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