Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

De acordo com as informações, Bolsonaro não teria acionado o protocolo de urgência previsto para esse tipo de situação nem comunicado o acidente imediatamente. Pela manhã, ao ser questionado por policiais penais que perceberam o ferimento, o ex-presidente afirmou que havia caído da cama e disse estar bem, minimizando o ocorrido.
A apuração ficará a cargo do Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF). Em nota, o CFM avaliou que o estado de saúde de Bolsonaro exige “protocolo de monitoramento contínuo e imediato”, com garantia de assistência médica por múltiplas especialidades, inclusive em casos de urgência e emergência, sob responsabilidade do Estado brasileiro.
O conselho ressaltou ainda que o ex-presidente possui um “histórico clínico de alta complexidade”, marcado por sucessivas cirurgias abdominais, episódios de soluços intratáveis e outras comorbidades, além do recente registro da queda na carceragem da Polícia Federal.
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