Servidora pública se divide entre o emprego e os cuidados com a filha com deficiência
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A trabalhadora, que é assistente farmacêutica na Prefeitura de Atibaia, entrou na Justiça para pedir a redução de sua jornada de trabalho. Ela é mãe de uma menor com paralisia cerebral. A funcionária alegou que a jornada reduzida se faz necessária porque a criança precisa de cuidados intensos, além de sessões semanais de terapias e tratamentos, tanto em consultórios profissionais quanto em casa.
A mãe também alegou que a manutenção integral do salário é imprescindível porque o dinheiro garante a subsistência da criança. Leia tudo na conjur
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