Mais 450 milhões foram investidos
Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Criado como alternativa ao crédito rotativo, o programa permite que o trabalhador formal tenha acesso a recursos financeiros com taxas mais acessíveis, utilizando até 10% do saldo do FGTS como garantia. De acordo com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, a iniciativa busca aliviar o endividamento das famílias brasileiras e reduzir a dependência do crédito com juros abusivos. “O programa melhora a qualidade de vida das famílias trabalhadoras, que podem tomar um crédito com juros mais baixos. Mas é fundamental que o trabalhador tenha cautela ao contratar e compare as taxas disponíveis no mercado”, alertou o ministro.
A Bahia está entre os estados com maior adesão ao programa, atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro (R$ 835 milhões), Minas Gerais (R$ 853 milhões), Paraná (R$ 681 milhões) e Rio Grande do Sul (R$ 677 milhões).
Com pouco mais de um mês de operação, o Crédito do Trabalhador já movimentou mais de R$ 10 bilhões em empréstimos consignados em todo o país, alcançando 1,8 milhão de trabalhadores com carteira assinada. A média nacional dos empréstimos é de R$ 5,4 mil por contrato, com prestações mensais de R$ 323,76 e prazo médio de 17 meses para pagamento.
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