Dos 22 ministros de Bolsonaro, nove são das Forças Armadas.
“É preciso somar ainda o presidente Bolsonaro (capitão) e o vice Hamilton Mourão (general)”, diz o escritor Luiz Cláudio Cunha, que abriu a audiência pública no Senado em homenagem aos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, instituída pela Assembleia Geral das Nações Unidas em dezembro de 1948.
Durante o evento, o número de militares no poder foi visto como um risco para o regime democrático por palestrantes.
Nos governos da ditadura, havia três ministérios, um para cada Força, eles foram extintos em 1999 por FHC, que criou a pasta Defesa. (Foto: AFP)
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