dom Leonardo Steiner diz, porém, que o fato de o País ter neste ano entre os favoritos para chegar ao Palácio do Planalto uma política evangélica que faz questão de ressaltar sua religiosidade – e é apoiada por Malafaia e Feliciano – não o preocupa. “As instituições nunca podem deixar de dialogar, independentemente de quem seja. Independentemente da fé que essas pessoas expressam”, afirma, referindo-se à presidenciável do PSB, Marina Silva. Ele critica, na verdade, os políticos que se aproximam dos templos apenas em época de eleição. “Igreja não é palanque”, diz o líder católico.
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segunda-feira, 8 de setembro de 2014
“Igreja não é palanque”, diz secretário-geral da CNBB
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