E ele reconhece que novas manifestações podem se transformar em arma eleitoral – especialmente contra o PT. “Pode haver oportunismos: as manifestações fizeram estrago sério no prestígio de governos. O tumulto nas ruas pode ser obviamente um instrumento para avariar, ao menos, o prestígio de quem quer que esteja no poder, mas de petistas em especial. Repetir 2013 pode ser arma eleitoral”. O colunista afirma que mais um ano de crescimento baixo pode gerar o caldo necessário para os protestos. “Tudo isso intoxicaria o ambiente econômico e, assim, ânimos políticos, ao menos entre as elites”. Fonte:Robson Pires
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domingo, 5 de janeiro de 2014
Colunista da Folha: “não vai ter copa”
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