A indústria de seca sempre esteve presente no Nordeste, especialmente na Bahia. Envolvia recursos desviados do Banco do Nordeste, Sudene e do governo federal. Os políticos transformavam o abastecimento de água, através de caminhões-pipas, em votos. Os cordéis nordestinos os criticavam na medida em que somente apareciam em época de campanha para pedir votos ou quando a seca maltratava o sertão. A expressão “indústria da seca” nos últimos anos caiu em desuso. Até porque muitos estados adotaram políticas contra a seca construindo açudes em épocas de normalidade. Leia na íntegra a coluna de Samuel Celestino publicada no Jornal A Tarde deste domingo (14).
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