Há menos de 300 onças em toda a Mata Atlântica
Agência Brasil
Foto: Inea/Divulgação

O animal não era registrado no território fluminense desde os anos 1970, de onde desapareceu por causa do avanço urbano.
A onça – um macho adulto – vem sendo monitorada de forma intensiva desde dezembro de 2024 por câmeras do Inea e do Projeto Aventura Animal, parceiro do órgão.
A onça-pintada é considerada o maior predador das Américas e é importante no equilíbrio dos ecossistemas. Os números do Inea indicam que há menos de 300 onças-pintadas em toda a Mata Atlântica.
“Trabalhamos também para que a população fique segura com a presença desse importante animal, garantindo a tranquilidade de todos. Essa notícia é uma grande felicidade para todos nós, mas traz com ela também uma grande responsabilidade”, disse o secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade Bernardo Rossi.
– Inea/Divulgação
Técnicos do Inea também tem analisado pegadas e fezes do animal, para identificar a dieta, que é baseada em animais como capivaras, catetos e tapitis. Não foi registrado qualquer ataque envolvendo animais domésticos ou de criação.






































