No momento, um de seus laboratórios de pesquisa está estudando uma forma de combater a doença, mas como se ela fosse um bug de computador. A ideia é que ao ser capaz de reproduzir as células digitalmente eles possam “reprogramar” as cancerosas em até uma década. No momento, os pesquisadores já desenvolveram um software que imita o comportamento saudável de uma célula. O próximo passo agora é produzir um código para que ela possa ser comparada com uma célula doente verdadeira, segundo informações do jornal inglês Daily Mail.
“Os campos da biologia e computação podem ser tão diferentes como água e vinho, mas os complexos processos que ocorrem em células têm alguma semelhança com o que ocorrem em um computador desktop padrão”, disse Chris Bishop, chefe do laboratório Microsoft Research.
Com sede na cidade universitária de Cambridge, na Inglaterra, o laboratório abriga 150 cientistas e desenvolvedores de softwares que trabalham em uma ampla variedade de projetos como parte de uma única unidade de “computação biológica”. Isso inclui alguns dos melhores biólogos, programadores e engenheiros do mundo, que trabalham juntos combatendo o câncer como se fosse um vírus de computador.





