
Itabuna é uma das cidades brasileiras que atendem ao Plano Nacional de Saneamento (PLANARES) que determinou o fim dos lixões em cidades com mais de 100 mil habitantes a partir de 2024.
Em 2021, o prefeito Augusto Castro (PSD) se antecipou ao PLANARES e numa decisão inédita com enorme impacto socioambiental acabou com o lixão de Itabuna, um local insalubre em que, há mais de quatro décadas, dezenas de famílias viviam e trabalhavam em situação degradante e subumana.
Com o fim do lixão ao ar livre, todos os resíduos coletados pelo Departamento de Limpeza Pública passaram a ser depositados no aterro sanitário da CVR Costa do Cacau, credenciado pelo Instituto de Meio Ambiente da Bahia (INEMA ) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). Em 2024, foram armazenadas no aterro cerca de 78 mil toneladas de resíduos coletados em Itabuna.
O Projeto Recicla Itabuna, coordenado pelo atual secretário municipal da Educação, Rosivaldo Pinheiro, além da destinação correta de resíduos, inclui ações de educação ambiental e apoio à reciclagem, através da Associação dos Agentes Ambientais e Catadores de Recicláveis (AACRI), que mantém uma Central de Triagem, no Bairro Lomanto.
Com o fim do lixão, os catadores passaram por um processo de capacitação e atualmente atuam como agentes ambientais num local seguro, com maquinário adequado e equipamentos de proteção individual (EPIs).
A Prefeitura de Itabuna disponibilizou dez Ecopontos nos bairros e no centro para o descarte correto de materiais recicláveis, além da coleta domiciliar feitas por Ecobikes cedidas pela CVR Costa do Cacau.
Coordenador do Programa Recicla Itabuna, o secretário Rosivaldo Pinheiro que participou da 11ª edição da ExpoCatadores no mês de novembro passado, no Anhembi, em São Paulo, relembrou que “Itabuna tem um dos principais cases de sucesso do país no processo de coleta seletiva, como destacado no evento”, disse.









































