Motoristas e motociclistas estão cruzando a fronteira por caminhos clandestinos no mato para fugir da fiscalização
Via NPExpresso

A cobrança do general
O general Roberto Angrizani, comandante da área, viu de perto a bagunça na última segunda-feira. Ele chegou a dar um “puxão de orelha” nos subordinados, avisando que a passagem pelo mato não pode acontecer. Mesmo com a ordem do chefe para apertar o cerco, o vaivém de motos e até de caminhonetes 4×4 continua sem nenhum controle das autoridades.
A falta de controle na fronteira
Até agora, a fiscalização reforçada não deu resultado prático. Enquanto os militares cuidam da estrada principal, as rotas de terra seguem abertas para o transporte de mercadorias e pessoas sem qualquer registro. A situação mostra a dificuldade de segurar o fluxo na fronteira seca, onde qualquer desvio vira caminho para quem quer entrar no país sem ser visto.
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