Ministro fala em indícios “consistentes” de organização criminosa
Banco Master se tornou alvo de apurações após irregularidades identificadas por órgãos de controle, como o TCU e o BC | Foto: Amanda Perobelli/REUTERS

Em decisão do dia 6 de janeiro, à qual o SBT News teve acesso nesta quinta-feira (15), o ministro do STF ordenou as quebras requeridas pela Procuradoria-Geral da República, assim como bloqueios de bens solicitados.
“No que se refere especificamente às medidas de quebra de sigilo e de constrição de bens, deve-se ressaltar que a cognição do relator, nessa fase, é necessariamente limitada: examina-se, em síntese, a coerência entre os indícios reunidos nas investigações realizadas e a imprescindibilidade da adoção das medidas requeridas”, afirma Toffoli.
A peça com 20 páginas traz descrições do caso feitas, desde maio de 2025, pela Polícia Federal, Procuradoria de São Paulo e Procuradoria-Geral da República. Diversos nomes são citados. Mas, no despacho, não há uma lista específica sobre quais irão ser submetidos às quebras de sigilo bancário e fiscal. A pedido do SBT, uma fonte do caso esclareceu que Toffoli aceitou o pedido específico sobre Daniel Vorcaro. Mais no sbtnews
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