Foto: Imagem gerada por IA
Policiais civis da 15ª Delegacia de Polícia (Ceilândia Centro) concluíram o inquérito policial e devem encaminhar à Justiça a sugestão de arquivamento do caso que investigava o desaparecimento da adolescente Luiza, de 15 anos. A jovem estava desaparecida desde janeiro de 2025, após fugir do Lar São José, em Ceilândia, no Distrito Federal. Com informações do Metrópoles.
A reviravolta no caso ocorreu nesta quarta-feira (14/01), quando a equipe policial recebeu uma ligação do abrigo informando que um idoso havia comparecido ao local para buscar documentos da adolescente. A informação deu origem a uma nova linha de investigação, levando os agentes inicialmente ao abrigo e, em seguida, à residência do homem, em Taguatinga.
No local, o idoso informou que Luiza estaria vivendo maritalmente com o filho dele, de 31 anos, na cidade de Planaltina de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Os policiais entraram em contato com o homem citado, que confirmou a versão apresentada.
Diante das informações, a equipe se deslocou até o endereço indicado e constatou que a adolescente localizada era, de fato, Luiza. A localização foi imediatamente comunicada aos familiares e às autoridades competentes.
A jovem foi apresentada à Promotoria da Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal para a adoção das providências legais cabíveis. Na ocasião, foi constatado que Luiza se encontrava em boas condições físicas e de saúde, sem indícios de maus-tratos.
O desaparecimento foi registrado no dia 26 de janeiro de 2025, quando a adolescente fugiu do Lar São José durante a realização de um evento na instituição e não retornou. O caso, no entanto, teve início ainda em 2024, após um conflito familiar que resultou na destituição do poder familiar da mãe em relação aos cinco filhos, que viviam em Minas Gerais, levando Luiza ao acolhimento institucional.
Durante as apurações, a Polícia Civil apurou que a adolescente demonstrava insatisfação com o abrigo e manifestava a intenção de fugir. Os agentes realizaram diligências, ouviram familiares e pessoas próximas, fizeram buscas em locais frequentados pela jovem e deixaram fotografias e contatos para obtenção de informações, além de coletarem material genético do irmão, medida que acabou não sendo necessária diante da localização da adolescente.
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