Manifestante é acusado de "conspiração contra a segurança interna do país e atividades de propaganda contra o regime"
SBT News, com informações da Reuters
Erfan Soltani, de 26 anos, foi preso em Fardis, em Karaj, e teve a execução marcada quatro dias após a detenção | Divulgação/Hengaw

De acordo com posicionamento divulgado nesta quinta-feira (15) pela mídia estatal do Irã, Erfan Soltani, de 26 anos, não foi condenado à morte pelo judiciário do país.
O judiciário afirmou que Soltani, detido desde o dia 10 de janeiro na penitenciária central de Karaj, é acusado de "conspiração contra a segurança interna do país e atividades de propaganda contra o regime", mas que a pena de morte não se aplica a tais acusações se forem confirmadas por um tribunal.
No início desta semana, a organização de direitos humanos Hengaw noticiou que Soltani, preso nos protestos na cidade de Karaj, deveria ser executado na quarta-feira.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse ter sido informado de que as mortes na repressão aos protestos no Irã estavam diminuindo e que acreditava não haver planos para execuções em massa, adotando uma postura de cautela após ameaças anteriores de intervenção.
Os comentários de Trump surgiram após o aumento dos temores no Oriente Médio de que Washington pudesse lançar ataques, na sequência de suas repetidas ameaças de intervir em favor dos manifestantes iranianos. Trump, contudo, não descartou uma possível ação militar dos EUA.
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