Por Gabriela Cecchin | Folhapress
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Mazur investiu inicialmente R$ 300 mil, há pouco mais de um ano, por indicação de assessores da corretora Ágora Investimentos, do Grupo Bradesco. Alguns meses atrás, decidiu tirar R$ 50 mil -perdendo R$ 5.000, devido à marcação de mercado- para entrar no limite do FGC (Fundo Garantidor de Créditos).
Assim como Mazur, outros investidores atingidos pela liquidação do Master estão repensando a forma de investir em títulos com garantia do FGC, frustrados depois de a indenização demorar mais que o esperado para sair. "Um título é vendido 'com garantia' do FGC, e há toda uma burocracia e demora de pagamento, prejudicando os investidores", diz.
A empresária Luiza Leonello, 28, investiu uma quantia pequena, que preferiu não informar em um CDB que vencia em 2029, com a promessa de render 122% do CDI. Ela diz ter ficado angustiada com o dinheiro parado. "Está sem rendimentos há dois meses, não supre o que prometeu. Seria o mesmo se eu deixasse na poupança", afirma. Mais no bahianoticias
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