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sábado, 17 de janeiro de 2026

Bebê fica com carregador de celular preso na testa após cair de cama

A bebê ficou com um carregador de celular preso na testa após cair de uma cama e precisou passar por uma cirurgia de emergência
Foto: SBT News
Uma bebê de 1 ano e quatro meses ficou com um carregador de celular preso na testa após cair de uma cama e se acidentar. A criança precisou ser submetida a uma cirurgia de emergência para retirada do equipamento.

O caso aconteceu na cidade de Divinópolis, na região oeste de Minas Gerais. O carregador estava em um colchão, colocado embaixo da cama onde a criança estava. Como ficou cravado na cabeça da bebê, o objeto precisou ser retirado via procedimento cirúrgico.

De acordo com a mãe, ela foi ao banheiro e deixou a filha sozinha na cama por alguns instantes. Logo depois, ouviu o choro da menina e a encontrou no chão, com os pinos do carregador cravados na testa. Segundo o SBT News, o acidente ocorreu na noite de segunda-feira (12).

Ela acionou o Samu, que realizou o atendimento e encaminhou as duas para a UPA. Segundo o neurologista Bruno Castro, que atendeu o caso, o carregador chegou a perfurar o crânio da menina, provocando uma fratura.

Ela foi inicialmente atendida na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Divinópolis e, em seguida, transferida para o Hospital São João de Deus, onde passou por cirurgia imediata para retirada do objeto, correção da lesão e contenção de um pequeno sangramento.

Após o procedimento, a criança foi levada ao Centro de Terapia Intensiva (CTI), onde permaneceu por 36 horas. Ela passou por tomografia de controle e apresentou boa evolução clínica.

Por se tratar de um objeto considerado contaminado, a menina permaneceu internada para receber antibióticos, mas, segundo o médico, está se recuperando bem e deve ter alta em breve.

“Ela está super bem e é mais provável que se recupere sem déficit”, afirmou o neurologista. Castro explicou ainda que, embora qualquer lesão cerebral possa gerar risco de convulsões ou epilepsia no futuro, a probabilidade de sequelas é baixa, desde que haja companhamento médico.

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