Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia, defendeu a política do horário de verão para ser considerada em momentos futuros
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

“Ela [a política] deve sempre estar na mesa para uma avaliação precisa do governo federal”, disse Silveira à imprensa, após anunciar que a área técnica avaliou que não há necessidade de decretação do horário especial em 2024. “Hoje, chegamos à conclusão de que não há necessidade de decretação do horário de verão para este verão, para este período. Temos a segurança energética assegurada”, anunciou o ministro.
O Metrópoles aponta que Silveira ainda afirmou que a decisão não é política, e sim técnica. “Tem que ter fundamentações técnicas”, defendeu. De acordo com ele, ao adotar a política, o Brasil levou em conta um condão energético, e não apenas um condão econômico, como ocorre em outros países. A política foi extinta em 2019, quando a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) decidiu encerrar a medida no país.
O ministro reconheceu divisão na sociedade entre quem é a favor e quem é contra. Ele afirmou que a adoção não é “imprescindível neste momento”. “A política voltou a ser considerada no Brasil e não está descartada para períodos posteriores”, completou Silveira.
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