Os médicos disseram aos pais de Alana que era mais provável que ela morresse no útero ou logo após o nascimento. Ela superou todas as probabilidades: nasceu em fevereiro com um peso saudável e sobreviveu. Com apenas oito dias, ela passou por uma cirurgia para remover o crescimento, que estava cheio de fluido cerebrospinal e massa encefálica.
A operação deixou seu desenvolvimento mais lento e a tornou amblíope (disfunção oftálmica caracterizada pela redução ou perda da visão em pelo menos um dos olhos). Seus pais, Catherine e Marcos, temem que ela fique incapacitada, mas dizem não se arrepender da terem dado a Alana uma“chance para a vida”. De fato, a garota está respondendo bem ao tratamento.
“Se você olhar para ela agora, é como qualquer menina normal. Com 5 meses de gravidez, descobrimos a encefalocele e no início foi perturbador. Mas decidimos continuar com a gravidez, mesmo depois de dizerem que ela morreria no útero ou no nascimento. Decidimos dar a ela uma chance de viver uma vida normal. Pensamos que Alana seria severamente incapacitada, mas ela ainda está forte e sorridente”, relatou a mãe.
A encefalocele
A encefalocele é descrita como uma saliência no cérebro, na qual as membranas que deveriam cobri-lo se estendem através de uma abertura localizada na parte posterior do crânio. Acontece quando o tubo neural, precursor do sistema nervoso central – que compreende o cérebro e a medula espinhal -, em um embrião não fecha completamente durante a gravidez.
As perspectivas para bebês com essa condição são frequentemente catastróficas. Muitos não sobrevivem e outros ficam com danos cerebrais e diversos problemas neurológicos do longo da vida. Por isso, muitos pais optam pela interrupção da gravidez quando descobrem o problema precocemente. [ Daily Mail ] [ Foto: Reprodução / Print de tela de Daily Mail ]
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