“Há um risco elevado de recessão”, alerta. “Se a arrecadação não cresce, o primário não cresce. Não tem como fazer um ajuste tão grande, nem deve ser feito, porque aí se reforça a recessão pelo lado da despesa num prazo tão curto. A meta será revista ainda no primeiro semestre”, estima. “A premissa (para o superavit) é de um crescimento de 0,8% para o PIB, que já não vai mais ocorrer”, emenda. Fonte: Com informações do Correio Braziliense
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Governo não alcançará superavit primário de 1,2% do PIB, diz especialista
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