"Essas pessoas não são confiáveis para cuidar do dinheiro deles, muito menos do dinheiros dos outros. Este pode ser mais um negócio para algumas pessoas enriquecerem ilicitamente", afirmou o ex-jogador e atual deputado federal.
A afirmação foi feita durante audiência na Câmara dos Deputados com Aldo Rebelo, ministro do Esporte.
Ao ministro, Romário perguntou os motivos pelos quais o Ministério não participa da gestão dos recursos. Segundo o ministro, ele esteve na sede da Fifa na última semana e tratou do assunto, afirmando que 80% do dinheiro repassado deverá ser investido em infraestrutura e 20% em projetos ligados ao futebol feminino.
Segundo a CBF, o primeiro projeto a ser levado adiante com o dinheiro repassado será a construção de 20 centros de treinamento em cidades que não receberam jogos do mundial. esporte.uol.com.br
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