As contas dos ex-gestores foram votadas separadamente, e o TCM, cujo parecer prévio opinava pela rejeição das contas, apontou, dentre outras irregularidades, gastos excessivos em combustíveis, contratações sem concurso público e contratos sem licitação num montante superior a R$ 300mil reais.
As contas dos ex-gestores foram votadas e reprovadas pela Câmara em outubro do ano passado, mas a Justiça anulou a sessão sob a justificativa que os princípios constitucionais do contraditório e da ampla defesa haviam sido violados. Apenas a presidenta da Câmara, a edil Cássia Mascarenhas (PMN), não compareceu à sessão. De Ubatã Notícias
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