Desde o dia 9 deste mês, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) está no caso, através da promotora de Justiça de Defesa da Cidadania de Olinda, Helena Capela Gomes, que encaminhou recomendação à direção do hospital para que os exames específicos fossem realizados na paciente sob suspeita. Com a atuação do MPPE, a família, enfim, autorizou a bateria de testes.
Segundo a Secretaria de Saúde do Estado, infelizmente não há chance da sobrevivência para a paciente, que fora internada em estado vegetativo. Ainda não se sabe comoela poderia ter contraído essa provável variação da Creutzfelt-Jakob.
Apesar de estar associada ao consumo de carne bovina, a Creutzfelt-Jakob pode ser transmitida de outras três formas distintas. De forma hereditária, de maneira esporádica e através de contaminação cirúrgica.
De 2006 até 2011, cinco casos de variações da Creutzfelt-Jakob foram confirmados em Pernambuco. Todos de forma esporádica, não havendo indicativo algum de que pudessem ter ocorrido pelo consumo de carne bovina. Não há ainda uma explicação científica da incidência dessa forma de contaminação.
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