por Jade Coelho
Apesar da telemedicina estar autorizada enquanto durar a situação de emergência em saúde pública no país, médicos devem estar atentos à prática de prescrições de medicamentos para tratamento da Covid-19, de forma pública ou em massa, através das redes sociais. O alerta parte do Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb).
O exercício da medicina à distância foi liberado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) no início da pandemia. Mas, de acordo com o Cremeb, a divulgação de receitas através das redes sociais de modo público e em massa é inadequada. A conduta considerada inapropriada inclui a receita ou orientação para o consumo de remédios através tanto de vídeos como textos publicados nas redes sociais.
"Isso não é telemedicina. Nós temos a resolução da telemedicina, que é outra coisa. É um atendimento à distância, a primeira vista, se não tiver necessidade do contato próximo, aonde um médico e um paciente conversam", explica corregedor do Cremeb, conselheiro José Abelardo de Meneses.
Ele ainda ressalta que a inadequação da prática está relacionada não somente às implicações éticas e legais, mas também ao risco potencial ao qual o paciente fica exposto ao ser medicado por indicação coletiva.






































