O Ministério Público bateu a mão na mesa no São João de Paramirim, no sudoeste da Bahia

Em várias outras cidades do estado o mesmo tipo de recomendação tem sido feita, na intenção de parar (ou pelo menos diminuir) a sangria dos cofres públicos com valores de pagamentos a artistas durante os festejos juninos, especialmente após o estabelecimento do teto no pagamento de 700 mil no pagamento de cachê por artistas no São João da Bahia. Só jogadores de futebol famosos são tão bem pagos.
O que devia parecer estranho, mas que estranhamente vai se normalizando, é que as festas particulares em junho e julho simplesmente desapareceram.
Ninguém tem coragem de, com o próprio bolso, bancar um cachê de quase meio milhão a Rey Vaqueiro. No entanto, com o meu e o nosso dinheiro, isso é garantido todo ano.
Se o dinheiro do povo dá pra tudo, por que é tão difícil de aparecer onde o povo mais precisa (em obras de atenção básica; saúde e educação) mas surge de forma quase milagrosa e com extrema boa vontade para custear um show de Leo Foguete?
Analisemos.
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